Eco-Cozinheiros

Destinatários, divididos em 4 escalões etários:

A – 10-12 anos
B – 13-15 anos
C – Mais de 15 anos (ensino secundário, profissional – sem curso de cozinha/pastelaria superior, universidades séniores, etc.).
D- Escolas Profissionais com cursos de cozinha/pastelaria.

Objetivos

A atividade dos Eco-Cozinheiros tem como objetivo incentivar os estudantes a confecionarem refeições saudáveis e sustentáveis

Descrição da atividade

As equipas com as melhores Eco-Ementas serão convidadas a integrar as provas dos Eco-Cozinheiros, terão de cozinhar, ao vivo as ementas propostas.

Escalão A+B
-As melhores equipas, do Escalão A e B, selecionadas pelo júri, competirão em provas eliminatórias regionais e, as vencedoras, na Prova Final do seu escalão.
Escalão C+D
– Serão selecionadas as melhores ementas destes 2 escalões pelo júri. No escalão C e D não existem provas eliminatórias, apenas uma prova final, para cada um dos escalões, onde irão competir entre 5 equipas.

Constituição das equipas

No caso do escalão A, B e C, cada escola deve selecionar uma equipa que deverá ser constituída por 2 a 4 alunos e 1 a 2 adultos (professores ou outros elementos da escola).
As equipas do escalão profissional devem ser constituídas por 1 ou 2 professores e no máximo 3 alunos Os alunos terão de executar todos os procedimentos para elaboração dos seus pratos, os professores ficam disponíveis para algum esclarecimento que os alunos possam precisar.

Ingredientes

Cada equipa deverá trazer todos os ingredientes que necessita e cozinhar a ementa proposta de primavera-verão ou outono-inverno, sendo responsável pelo transporte, acondicionamento e estado de conservação dos seus ingredientes. Todas as equipas receberão, no dia da prova, um cheque Pingo Doce no valor de 35 euros, para reembolso dos ingredientes adquiridos.

Duração das provas

A prova terá a duração de 2 horas, na qual os alunos deverão elaborar o menu completo. Posteriormente, segue-se a avaliação do júri, que provará e avaliará os pratos que compõem a ementa de cada uma das equipas.

Regras de higiene e segurança

Os alunos e os professores, que irão supervisionar, deverão cumprir regras de higiene e segurança nas cozinhas, nomeadamente:
– Utilização de calçado fechado e antiderrapante (ex: sapatilhas)
– Utilização de calças de ganga
– Utilização de avental (cedido pela ABAAE)
– Utilização de barrete/ gorro (cedido pela ABAAE)
– Todos os alunos (independentemente do sexo) que tenham o cabelo comprido deverão usar o cabelo preso, além de terem igualmente de usar barrete ou touca

Datas

As provas eliminatórias decorrerão em março.
As provas finais do escalão A e B e as provas do escalão C e D, decorrerão em abril.

Critérios de avaliação

– Originalidade da receita Tipo de produtos e técnicas utilizadas, que devem enquadrar-se nas práticas e tradições da Dieta Mediterrânica
– Sustentabilidade dos ingredientes utilizados – opção por produtos locais e sazonais
– Valor nutricional da receita
– Ser exequível numa cantina escolar, processos e técnicas simples, que possam ser reproduzidas na cozinha da escola. No caso do escalão D, profissional, ser exequível e reproduzível em restaurante, tipo de técnicas utilizadas

Júri

Representante da Jerónimo Martins, ABAAE, Agrobio, APA, DGE, Aromáticas Vivas e Consultas de Nutrição e outros elementos a confirmar.

Prémios

Para os escalões A, B e C:
1º Lugar: Forno solar e estojo de 12 facas ICEL
2º Lugar: Estojo de 12 facas ICEL e Mandolina
3º Lugar: Estojo de 12 facas ICEL

Para o Escalão D:
1º Lugar: Estojo de 6 facas ICEL – para cada 1 dos alunos e Estojo de 12 facas ICEL – para a escola.
2º Lugar: Estojo de 12 facas ICEL e Mandolina
3º Lugar: Estojo de 12 facas ICEL